sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Vídeo Aula 13 - Educação Geográfica, estudo da cidade e o uso da cartografia


        Nesta vídeo aula , a professora Sonia Castellar nos convida a refletir como o professor pode promover um ensino que vá além dos muros da escola, por meio do estudo da cidade,  de sua história, formação, construções, entre outros.

         A partir dessa perspectiva, estudar o bairro em que a escola se situa levará os alunos a refletir criticamente sobre o contexto do qual são oriundos, sendo que o sentimento de pertencimento é algo que facilitará as vivências em sala de aula.       
          
       Além disso, por meio do estudo da comunidade local, há oportunidade de os alunos conhecerem suas raízes históricas, entenderem o porquê de suas famílias estarem em tal lugar, como se estabelecem as relações de vizinhança, a organização do território, entre outros fatores que aproximam esses alunos da dimensão econômica, social e cultural de suas origens.
     
Alguns pontos citados pela Professora Sonia Catellar, os quais são de extrema importância  para a realização desse trabalho focado na comunidade:
  • Associar com outras escolas de outros lugares do mundo, a fim de compreender a diversidade cultural, relação do aluno com o local, cidadania, identidade, etc.;
  • Buscar diferentes níveis de interpretação da realidade (por que as pessoas andam no meio da rua? Por que jogam lixos nas calçadas? ).
  • A comunidade escolar deve entender que a aula deve superar os limites dos muros da escola, fato que constitui o desafio de se estabelecer outras possibilidades para realização das aulas, para que estas deixem de ter a organização tradicional;
  • Esse estudo voltado à comunidade local é uma oportunidade para o professor renovar e aprimorar sua bagagem intelectual;
  • É uma possibilidade de redução dos conflitos internos da escola, pois fará com que os alunos compreendam a cidade como objeto de educação;
  • É uma forma de articular os saberes do currículo tradicional com o conhecimento informal;
  • É necessário realizar um levantamento das problemáticas da região;
  • Planejar intervenção no cenário da comunidade, com ações da escola, pais, demais moradores, comércio, entre outros participantes dispostos a atuar  na transformação da organização do espaço, por meio da reflexão diante dos problemas levantados.

Abaixo, apresenta-se uma reportagem que relata a conquista de Santos, nossa cidade, a qual obteve o título de cidade educadora, em outubro de 2008.




Santos celebrou no último dia 30 de outubro a conquista do título de "cidade educadora", conferido pela AICE(associação internacional das cidades educadoras), com sede em Barcelona , e passa a integrar o seleto grupo de 400 municípios de 34 países, 16 dos quais brasileiros.

A cerimônia que oficializou o ingresso na rede mundial de municípios que priorizam a educação aconteceu na praça Mauá , com a presença de autoridades e centenas de crianças . Na ocasião , representante da prefeitura recebeu a carta enviada pela associação confirmando a filiação de Santos à rede , que foi comemorada com queima de fogos.

O reconhecimento internacional decorre das ações adotadas pela prefeitura nos últimos anos , quando instituiu projetos de inclusão e cidadania , integrando todas as áreas do governo , num trabalho de rede , com a criação do programa 'Santos criança". Dele fazem parte o "Escola total"- jornada ampliada , "nossa escola" , "Pra ver a banda tocar", "Vovô - nauta ", "Grêmios estudantis" e "Santos da gente" , entre outros.


Assim , são garantidos o acesso a atividades de cultura , lazer , esportes e inclusão digital , e ocupados os espaços das escolas , igrejas , sociedades de melhoramentos e praças com atividades educativas, inclusive aos finais de semana.

O ingresso de Santos na AICE foi autorizado pela lei n 2.553 , de 25 de junho de 2008 , publicada no "Diário Oficial de Santos!.

Matéria disponível em: http://santosterraadorada.blogspot.com.br/2008/11/santos-conquista-ttulo-de-cidade.html

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Vídeo Aula 10 - Democracia e Educação em Direitos Humanos


 A Democracia é associada ao modo de vida e na escola,  trata-se de viver democraticamente e não a  partir do domínio de conceitos.


“Temos de ver que a democracia significa a crença de que deve
prevalecer a cultura humanística; devemos ser francos e claros em nosso
reconhecimento de que a proposição é uma proposição moral, como
qualquer idéia referente a dever ser... A democracia se expressa nas
atividades dos seres humanos e se mede pelas consequências
produzidas em suas vidas”. (Dewey, 1970 :212-213).


            Ainda de acordo com o referido autor, todas as relações que regem o ambiente escolar devem ser democráticas. Logo, o ambiente deve ser favorável à concretização dos princípios democráticos e direitos humanos.  Quando somos educados em de um ambiente democrático a forma de nos relacionar com os outros se aproxima, com maior facilidade, de uma relação democrática.

         Além disso, o discurso não pode ser contrário à prática, a escola deve ser um local que forme indivíduos autônomos, alunos críticos, que participem ativamente nessa nova perspectiva da educação. Assim, o discurso de formação cidadã é aliado à prática, a efetivação do que se propõe.

       Para promoção dos direitos humanos, é preciso conhecê-los, retomando-se assim a ideia de que o ambiente escolar deve favorecer a prática destes. Dessa forma, a proposta é educar PARA a DEMOCRACIA e PARA os DIREITOS HUMANOS, EM ambientes DEMOCRÁTICOS, que respeitem TAIS DIREITOS.


        Logo, nota-se que A EDUCAÇÃO é fundamental para se promover os direitos humanos, visto que esta é considerada como a única via capaz de garantir o respeito a estes. 

         Dessa forma, busca-se a construção de uma sociedade com a cultura da paz, que respeite e promova os direitos humanos, a fim de que não seja preciso reparar futuras violações.



O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos prevê que o desenvolvimento da EDH deve ser em 5 dimensões:

1- Apreensão de conhecimentos sobre os Diretos Humanos;
2- Afirmação de Valores: atitudes e práticas que expressem esses direitos;
3- Formação de uma consciência cidadã, saber como busco e/ou revindico algo;
4- Desenvolvimento de processos metodológicos: criação mecanismos que busquem a real participação dos alunos;
5- Fortalecimento de práticas individuais e sociais: não basta ter conhecimentos e ou valores, mas sim vivenciar a cidadania ativa.



Como se observa nas charges abaixo, o respeito aos direitos humanos, infelizmente, ainda é visto como motivo de piada pela sociedade, fato que nos alerta à NECESSIDADE URGENTE de se buscar o resgate desses valores na escola.

Disponível em: http://vousermembrodomp.wordpress.com/tag/direitos-humanos/


Disponível em: http://esquerdopata.blogspot.com.br/2011/12/direitos-humanos.html

Para inserção dos Direitos Humanos nos currículos escolares, é possível utilizar as seguintes dimensões didáticas- pedagógica:
  • Pluridisciplinaridade: estudo do objeto de uma disciplina pelo ângulo de várias outras ao mesmo tempo;
  • Transdiciplinaridade: referente ao conhecimento próprio da disciplina, mas está  além dela, tanto no espaço quanto no tempo. Unidade do conhecimento- parte e o todo;
  • Interdisciplinaridade: integração das diferentes áreas do conhecimento.

Vídeo Aula 9 - Educação Comunitária e Direitos Humanos

        Conforme a professora Ana Maria Klien, a ideia de Educação Comunitária surge no contexto da educação não formal, e a partir da década de 80 passa a integrar a perspectiva da educação formal, no ambiente escolar, com intensificação na década de 90.

          Tal conceito de educação caracteriza-se pela democratização do espaço escolar e das relações particulares de todos os envolvidos em tal ambiente e pela busca da qualidade na educação. Assim, a educação comunitária, considera todos os contextos e espaços educativos, tais como:


  • Família;
  • Cidade;
  • Sociedade;
  • Escola.
          Além disso, o principal objetivo da educação comunitária é a formação de sujeitos coletivos, ou seja, pretende-se formar alunos comprometidos com a coletividade e processos democráticos, com visão crítica em relação à necessidade de mudanças, de transformações sociais.

          Para o educador Paulo Freire, é preciso aprender NA COMUNIDADE, COM ela e PARA ela. Logo, é necessário que as escolas sejam menos fechadas, mais próximas da população em geral. Esse fato retoma a ideia discutida diversas vezes ao decorrer das vídeo-aulas, a qual consiste na relação da vivência da comunidade com os conteúdos escolares, de forma que o entorno da escola passe a ser objeto de discussão e reflexão na escola.
         Assim, a cidade passa a ser privilegiada dentro da escola, uma vez que para que haja educação comunitária, é preciso que outros espaços do cotidiano permeiem o currículo escolar, a fim de que este seja baseado na demanda e interesses da comunidade.

           Com base nessa ideia, na década de 90 surge o conceito das Cidades Educadoras, na Espanha, por meio da elaboração de uma carta que reconhece que a educação não se restringe à escola, visto que a cidade também é um espaço educativo.

          Reiterando essa perspectiva de estabelecer relação entre escola e cidade, por intermédio de parceria e relações democráticas, é válido ressaltar que os Direitos Humano estão diretamente ligados à democracia, estabelecendo uma relação indissociável parta se promover:


·         Liberdade;
·         Igualdade;
·         Solidariedade.

Na escola, os direitos humanos estão relacionados a valores e ações necessárias à formação dos cidadãos em sociedades democráticas e ao desenvolvimento integral do ser humano, e perpassam pela maioria dos temas que envolvem a realidade social, como por exemplo:

·         Direitos Sociais Econômicos e Culturais;
·         Direitos das Crianças e Adolescentes;
·         Discriminação Racial;
·         Discriminação contra a mulher;
·         Direitos relacionados á educação;
·         Gênero e orientação sexual na educação.


A seguir, apresenta-se um vídeo que relata o projeto de Educação Comunitária e Cidades Educadoras, o qual foi executado pela Escola Municipal Professor Ary de Oliveira Seabra.




Vídeo Aula 6 - Educação comunitária e questões de gênero na escola

      Nesta aula, propõe-se o trabalho baseado na ética e igualdade de gênero, por meio da apresentação de um projeto de intervenção e investigação, o qual nos alerta da importância de a escola não se isolar da responsabilidade da comunidade, como por exemplo em relação a violência contra a mulher.

      Assim, o objetivo principal da vídeo é conscientizar os espectadores sobre o papel fundamental da escola na inserção de temas relevantes para a comunidade  no currículo.

Imagem disponível em: <http://www.zoom.org.pt/moodle/course/view.php?id=71>. Acesso em 09.nov.2012.


Confira, abaixo, um texto vencedor do 2º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero , do Edital de Pesquisa no campo dos estudos de gênero, mulheres e feminismos, promovido pelo Governo Federal.


Delas e deles, daqueles e daquelas, contudo (não) somente eles e elas

Decifra-me ou te devoro, disse a esfinge.
Devora-me e não me decifra, digo eu. Não me aceitas porque me desentendes.
Eu deveria me ser, mas antes disso, sou tu, sou ele e sou nós. Antes de ser plena, sou pequena. Isso é ser? Não. 
Não há ninguém? Há, mas ninguém é. Minto, poucos são.
Disseram-me que já fui densa, tensa e intensa. Ele é mais, e me deixa menos, cada vez menor.
Fui um dia, não sou mais, serei?
Não me aceitas porque me desentendes. Sem entendimento não há aceitação.
Certas reflexões me atormentam. Mas não seria tudo um tormento? Na verdade são 
imposições, formas que limitam e definem o que não pode ser definido. São preconceitos, modelos sem vida. E essas imposições me ignoram, não por me deixarem de lado, mas por me incluírem nisso. Eu não as ignoro, as vivencio. 
Eterno convívio sem compreensão. Monólogo entre dois: um que pelo ego oprime e outra que pela opressão se perde. 
Não existe perda por si só, os outros a fazem existir. 
E por ainda, aqui estou, estando e tendo. Estando nesse estado que me é e me faz do jeito que sou.
Sou uma vírgula.
Às vezes me tomo por devaneios, o silêncio é o maior deles. Apesar de que o silêncio seja uma mera idealização, as mudanças, estas sim, são o ideal, e eu sou a ideia, ou pelo menos a crio. 
Quem fala mais alto? Eles ou elas? É lamentável: eles falam e elas calam-se. 
Caladas, mas nunca em silêncio. Fomos um dia pequenas, encolhidas, mas crescemos, mudamos!
Sou uma exclamação.
Porque será que nem tudo é o que aparenta ser? São dúvidas cruéis. Mas não tão cruéis como a dor da indiferença, do desalento e do desrespeito. Isso é doído, me dói, destrói. Só eu sinto essa dor?
Sou uma interrogação.
Não me conformo com a diferença, é dor, é cruel, é ruim. Somos e pronto. 
Não. São assim, mas não deveriam ser. Fazem assim, mas não deveriam fazer. Pensam assim, mas não deveriam pensar de tal maneira. Não sei o que sou, ou pelo menos o que aparento ser. Contradigo-me, mas seria eu uma contradição? Não.
Sou um ponto final. 
Mas nem todo final indica conclusão. Finalizam-se as coisas, mas nem todas elas têm um fim.
A desigualdade é racional? Fico a meditar sobre isso, e não obtenho respostas. Lembra-te que nem todos os questionamentos são imediatos e nem sempre as soluções possuem racionalidade.
Abstraio-me demais, mas a abstração nem sempre é uma boa forma de entendimento. 
Encarar-se-á as coisas por completo, como um todo, coisas totalmente inteiras e ao mesmo tempo vazias. Vazias de significado, vazias de sentimento, visto que sentimento é vital, e sem sentimento não se é humano, apesar de que nem tudo humano é bom.
Um homem e uma mulher. Até quão são diferentes? Mutáveis, desesperados, incrédulos e desentendidos? Se são iguais, não sei. Nem sempre a igualdade vem ao caso, o importante é pra onde ela vai.
Conflito demasiado problemático esse das diferenças, mas a meu ver o mais agravante é o dos gêneros, há o masculino e o feminino, simplicidade mentirosa, porém tortuosidade absoluta. Admito, é ruim ser metade. É um todo incompleto. Talvez o perdão seja um auxílio certo, mas a certeza de que haja cumplicidade e respeito é imprecisa.  
E se os papéis fossem invertidos? Ou melhor, subvertidos; ainda assim o problema carregaria a sua complexidade. Complexidade inventada e artificial, porque homem e mulher antes de tudo são pares, pares que se aceitam, respeitam-se e finalmente complementam-se. Posso ter confundido as coisas, desprezado a objetividade, mas somos sujeitos, e não objetos. Somos reflexivos, recíprocos, somos o que podemos ser de melhor.
Sou uma vírgula, uma exclamação, uma interrogação e um ponto final.
Somos vírgulas, exclamações, interrogações e pontos finais.
Somos. Palavra bonita: SOMOS. Leio-a ao inverso e é a mesma coisa, a mesma coisa que muda, acrescenta e ama. SOMOS é igual a igualdade.
Somos, ainda que eu seja eu e você seja você.
Sejamos. 
Sou nós. Sou eles, elas. Sou tu. Sou eu.
Eu sou. E há respeito, pois sou tu, e tu me és. Faço parte de ti e tu fazes parte de mim. E respeito haverá porque ainda que sejamos nós, eu sou eu e você é você.
Somos múltiplos, vários e mais que isso: únicos.

Autor: Pedro Henrique Couto Torres - CEAN – Centro Educacional Asa Norte – Brasília/DF.

Vídeo Aula 5 - Protagonismo juvenil e participação escolar

A aula destaca a importância do papel ativo do aluno, de forma que o professor deixa de ser o detentor do conhecimento e passa a agir como mediador, que atua lado a lado com o aluno, afim de se construir valores de ÉTICA e CIDADANIA.

      Propõe-se a adoção de metodologias ativas de aprendizagem, por meio da contextualização baseada em situações problemas focadas nas vivências dos alunos, sendo que eles também  podem problematizar situações conflituosas de suas vidas.

        Os seguintes meios são apontados como forma de se promover a participação efetiva dos jovens:

  • Assembleias Escolares
  • Grêmios
  • Mediação de conflitos em sala
  • Fóruns que envolvam escola, família e comunidade, com utilização de estratégias que mantenham o jovem como destaque.

Abaixo, apresenta-se exemplo de uma escola que possui o projeto "Aluno Protagonista":


O projeto “Aluno Protagonista” desenvolvido na Escola Estadual de Educação Profissional Doutor José Alves da Silveira, situada em Quixeramobim, visa a intervenção do jovem no contexto social escolar onde ele é o ator principal.




Para a execução do projeto, existe um calendário exposto na sala de aula, sendo que a cada semana uma turma é a responsável pelas ações protagonistas, sendo 09 alunos por dia, de acordo com a sequência da chamada.

As atividades iniciam às 7h10, os alunos protagonistas, identificados com uma bata, recepcionam os colegas no portão da escola e os acompanham até as salas de aulas, colaboram com os colegas de sala, no desenvolvimento de atividades de estudo, visando a melhoria geral dos rendimentos e eficácia da aprendizagem. Durante os intervalos, coordenam ações recreativas e colaboram com a limpeza das mesas do refeitório.

Conteúdo disponível em: http://eeepdrjosealves.blogspot.com.br/2011/06/projeto-de-protagonismo-juvenil.html

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Vídeo Aula 2 - Fórum escolar de ética e cidadania

       Esta aula nos apresenta um programa do ministério da educação, o qual visa a criação de um espaço para articular escola e comunidade, focado em eixos como:

  • ÉTICA
  • CONVIVÊNCIA DEMOCRÁTICA
  • DIREITOS HUMANOS
  • INCLUSÃO

     A proposta é que haja uma REUNIÃO entre ESCOLA e COMUNIDADE, de forma que participem todas as pessoas que atuam no contexto em que a escola se localiza e interfiram de alguma maneira na vida das pessoas desse local, tais como:
  • ALUNOS
  • PROFESSORES
  • FUNCIONÁRIOS
  • COMERCIANTES
  • CONSELHO TUTELAR
  • REPRESENTANTES RELIGIOSOS
     
     Assim, todos os envolvidos terão papel ativo voltado às questões locais, sendo que as ações devem ser mediadas por uma comissão responsável, a qual busca os recursos necessários junto à direção da escola ou a pessoas da comunidade.

   Como citado, é importante que haja envolvimento de pessoas diversas que possam contribuir com as medidas a serem tomadas, visto que estas sempre terão como objetivo principal a articulação e desenvolvimento da escola e da comunidade.

    Além disso, especialistas e ONG´s também podem fazer parte do grupo, e por meio de discussões democráticas, em que todas as partes atuem unidas, não de forma paralela, obter-se-á melhorias efetivas para a comunidade escolar como um todo.



O artigo abaixo, também publicado pelo professor Ulisses Araújo, retoma a questão de se romper as barreiras entre escola e comunidade, explicitando-nos a criação do fórum nas escolas, bem como seus objetivos e estratégias para atuação.

Vídeo Aula 1 - A escola e as relações com a comunidade

            A vídeo aula nos apresenta a ideia do rompimento de muros, a fim de integrar escola e comunidade, com abertura da escola para a família, de forma que a comunidade se torne um espaço de aprendizagem, por meio de ações que promovam cultura, lazer, esporte, entre outras atividades.

          A proposta é reinventar a escola, considerar em seu currículo  o contexto em que está inserida e privilegiar tais considerações como objeto de estudo e aprendizagem.

          Além disso, sugere-se a participação ativa de todos os envolvidos, tanto "para dentro", quanto   "para fora" da escola. 

           Dessa forma, acredita-se na formação de um aluno protagonista, que trabalhará, em sala de aula, as questões observadas do lado de fora da escola.


O vídeo Escola e Comunidade: derrubando muros apresenta-nos exemplos de efetivação da relação
 ESCOLA E COMUNIDADE.